A adopção de um animal pode significar não só o salvar de uma vida, mas também um passo contra a questão do abandono de animais.

Apresentar a adopção de animais abandonados como uma alternativa à sua compra em lojas de animais faz sentido em termos sociais e humanistas.

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Junte-se a nós, na causa dos animais


Voluntariado na causa animal

Ser voluntário é doar o seu tempo, trabalho e talento (sem ser pago para isso) para causas de interesse social e comunitário e com isso melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Quando esse voluntariado é voltado para a causa animal o acto tem mão dupla: Os animais podem ajudar pessoas e pessoas podem ajudar animais.

O voluntário da causa animal pode “trabalhar” de duas maneiras:

  • auxiliando as entidades que tratam de animais carentes e abandonados

  • actuar como divulgador na procura de mais voluntários

O “trabalho” de difundir ideias de consciencialização do bem-estar animal é bem visto junto de uma grande parcela da população.

 

De facto, necessitamos de pessoas dinâmicas, providas de grande sensibilidade e com muito carinho para oferecer a estes animais que são... nossos amigos.

10 dicas sobre voluntariado

1. Todos podem ser voluntários

Não é só quem é especialista em alguma coisa que pode ser voluntário. Todas as pessoas, capacidades, habilidades e dons. O bem que cada um faz, pode fazer bem a alguém.

2. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária

Não é uma actividade fria, racional e impessoal. É a relação de pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer amigos, viver novas experiências e conhecer outras realidades.

3. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla

O voluntário doa a sua energia e criatividade mas ganha em troca contacto humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

4. Voluntariado é acção

Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz.

5. Voluntariado é escolha

Não há hierarquia de prioridades. As formas de acção são tão variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário.

6. Cada um é voluntário a seu modo

Não há fórmulas nem modelos a serem seguidos. Alguns voluntários são capazes, por si mesmos, de olhar em volta, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem actuar em grupo, juntando os vizinhos, amigos ou colegas de trabalho. Por vezes é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela uma associação, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa.

7. Voluntariado é compromisso

Cada um contribui na medida de suas possibilidades mas cada compromisso assumido é para ser cumprido. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exactamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente.

8. Voluntariado é uma acção duradoura e com qualidade

A sua função não é de tapar buracos e compensar carências. A acção voluntária contribui para ajudar pessoas em dificuldade, resolver problemas, melhorar a qualidade de vida da comunidade.

9. Voluntariado é uma ferramenta de inclusão social

Todos têm o direito a ser voluntários. As energias, recursos e competências de crianças, jovens, pessoas portadoras de deficiência, idosos e aposentados podem e devem ser mobilizadas.

10. Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica

É algo que vem de dentro da nós e faz bem aos outros. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade.


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